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Como nascem as histórias

Dizem muitas coisas por aí sobre as ideias. Dizem, por exemplo, que ideia na gaveta é gaveta. Dizem, também, que ideia sozinha é adubo, que precisa ser cultivada para virar algo de verdade, algo com valor.

Como alguém que escreve ou quer escrever, talvez você tenha muitas ideias, mas fica sem saber o que fazer com elas. Afinal, uma coisa é ideia, outra coisa é história. E ideia pra história não é a mesma coisa que uma boa história.

Como alguém que escreve ou quer escrever, talvez você ache que tem poucas ideias, mas adoraria escrever livros e mais livros. Se pelo menos você soubesse como encontrar ideias…

A oficina Como nascem as histórias tem dois objetivos: ensinar como encontrar ideias e como transformá-las em histórias poderosas por meio de um planejamento eficiente. Durante os encontros, cada participante desenvolverá uma ideia de história até que ela vire um mapa para uma narrativa envolvente. Desta forma, aprenderá um caminho aplicável a quaisquer outras ideias e planos para histórias.

Esta oficina é para quem entende a importância do planejamento na criação de boas histórias. Se escrever sem planejar funciona para você, está tudo bem. Mas se você quiser mais ferramentas para compreender o que são boas histórias e como construí-las, temos muito a trabalhar juntos!

A oficina será facilitada por Tales Gubes, criador do Ninho de Escritores. Para ler um pouco sobre planejamento de histórias, veja Quer escrever uma história? Faça um mapa da narrativa.

Inscrição: R$ 110

Datas: 10 a 12 de julho, das 19h às 22h

Local: Lobo Centro Criativo, Avenida Capitão Cavalcanti, 35A, próximo do metrô Vila Mariana

As inscrições para este curso estão sendo realizadas pelo Lobo Centro Criativo: inscreva-se!

 

Depoimento de quem já participou

"Sou uma das participantes da oficina "como nascem as histórias" e gostaria de registrar meu feedback (acho que está mais pra um depoimento, na verdade). Gosto muito de cursos, de aprender coisas novas, no entanto, sempre fui uma pessoa bastante reservada, que não se expõe sem estar segura e que não se sente à vontade em qualquer lugar/companhia. Minha expectativa em relação à oficina era de que eu me sentaria em meu lugar sem abrir a boca, receberia instruções de como escrever um bom texto, ouviria afirmações idiotas de alunos que acham que sabem mais do que o professor e iria embora com algum conteúdo a mais e sem nenhuma amizade feita. Que eu cai do cavalo no meu pré julgamento já ficou óbvio, mas, mais do que isso, me senti em um universo encantado, em uma fábrica de realização de sonhos, rodeada por pessoas que parecem viver as mesmas crises que eu e com sonhos semelhantes aos meus. E assim, pela primeira vez em um curso, eu queria falar, queria me expor naquela terapia de grupo. Na oficina, assim como deve ser no ninho, não somos incentivados a compartilhar apenas nossas ideias, mas também nossos sentimentos e, o que é a escrita/a criação de histórias se não sentimento? Do sentimento mais puro ao mais perverso, do mais acolhedor ao mais solitário. Tudo é história, tudo é sentimento. Saí de lá com a certeza de que encontrei o rumo certo pra minha vida ou, pelo menos, a válvula de escape que vai tornar os meus dias melhores e o meu caminho mais colorido. Muito obrigada e parabéns pelo belíssimo trabalho."