O que dizem sobre o Ninho

O melhor jeito de conhecer o Ninho é ouvindo o que os participantes têm a dizer. 🙂

 

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“Nesta grande sala escura chamada vida, belo dia, tropecei com Tales. Além de me ajudar a fazer um trabalho de faculdade no qual tirei nota máxima, ele ainda estava com uma iniciativa muito interessante de viabilizar encontros de escritores. Entrei no Ninho porque sempre quis escrever um romance de fantasia, e as práticas propostas no grupo me ajudaram bastante a organizar a maneira com que eu concebia a escrita e o processo criativo. Gostei tanto que fiquei para o segundo round!

O Ninho de Escritores mudou muita coisa na minha vida. Mudei até de cidade e de estado (risos). Antes, eu via a minha escrita como uma forma de tentar comunicar coisas que eu não podia falar abertamente. Depois dos encontros, passei a ver a escrita como uma forma de levar experiências emocionais poderosas aos leitores e, em segundo plano, causar transformações – mesmo que as minhas personagens ainda continuem expressando minha vontade de chegar a termos com meu passado. Enfim, pode soar bizarro, mas encontrar tanta gente diferente me botou pra pensar no estilo de vida que eu levava. Foi uma pena não poder levar eles comigo quando me mudei. Não tem Ninho aqui na cidade onde eu moro agora. E faz falta.”

Flávio Brito, também conhecido como “o professor de inglês que tem dificuldades em separar fantasia da realidade”.

 

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“Descobri o Ninho através de uma amiga e logo de cara gostei da proposta de acolhimento. Uma das coisas que eu mais sentia falta quando eu escrevia era justamente de alguém que pudesse ler, dar um feedback sincero, e a troca de experiências que é muito importante para o processo criativo.

O Ninho de Escritores mudou toda a forma de como eu me relaciono com a escrita, principalmente com os meus projetos de histórias. Antes, eu pensava neles como algo que faria em algum futuro que não chegava. Com o Ninho aprendi que criar o hábito de escrever todos os dias podem gerar ideias fantásticas e que só fazendo que eu posso saber no que melhorar. Aprendi também que o planejamento é importante, e que o trabalho realmente só começa com a revisão e a reescrita. Mas principalmente, no Ninho de Escritores eu transformei o “Um dia escrevo sobre isso” em “Sobre o que vou escrever hoje?”. E isso realmente foi um divisor de águas na minha vida.”

Mel Pinheiro. Redatora, revisora e responsável pela criação para web, está no primeiro ano de Jornalismo, depois de um ano de Rádio e TV e 3 em Letras.

 

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“Procurei o Ninho porque a proposta de promover encontros sobre escrita criativa sem distinção de níveis era muito próximo do que buscava na época. O objetivo era melhorar a redação profissional e também aprender a escrever artigos a serem postados em um blog sobre preparação de motores que ainda tenho vontade de fazer. A cada encontro tinha mais certeza de que participar do Ninho me ajudaria. Também fui descobrindo o prazer de escrever. Escrever contos, sonhos, criar personagens e traduzir o que passava na cabeça para o papel. Me sentia feliz com essa capacidade evoluindo a cada texto começado e a cada texto reescrito.

A redação profissional melhorou, o blog ainda não comecei e escrever com criatividade contínuo praticando como hobby seguindo o que aprendi nos encontros. A minha vontade é escrever um livro de contos e publicá-lo.

Hoje, após todos os encontros, tenho segurança em escrever e mais clareza da ideia que quero passar para quem vai ler. Além disso, uso a técnica de escrita livre que aprendi no Ninho não só para escrever, mas para me preparar para conversas, negociações, entrevistas e reuniões.”

Tuco Santana. Da vida, faço um meio para evoluir, me conhecer melhor e realizar uma obra que faça sentido e traga satisfação.

 

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“Sou jornalista e preciso escrever o tempo todo, porém, antes de chegar à São Paulo, tinha perdido o gosto de usar o papel como suporte para minhas ideias. Resgatei o fascínio por escrever com o Ninho. Vi que produzir uma matéria era a ponta do iceberg de um processo cotidiano. Para me expressar bem, tinha que levar a escrita para todo lugar – bar (quem nunca mandou um bilhetinho safado), casa da mãe (oi, mami, tou com saudade) e igreja (senhor, padre, essa missa tá longa, rs). Em dois meses, aprendi muito. Ganhei também um fruto maravilhoso, um perfil de uma drag queen sensacional, a Dindry Buck. Enfim, o Ninho, para mim, foi ralação, descoberta, felicidade e aprendizado. Sou muito grata ao Tales e meus amigos ninheiros. Se você está esperando o momento do sim, digo: SIM, O NINHO É MUITO BOM. ”

Tati de Assis, Repórter na Lazuli Editora (Site O Beijo).

 

 Tita Anjos

“Procurei o Ninho de Escritores por dois motivos extremamente fortes: a proposta e a paixão (não necessariamente nesta ordem).

Os encontros no ninho foram isso: encontros. A possibilidade da troca, do querer estar presente, a interação e a mente aberta. Nada daquele modelo comum e engessado.

Os encontros entregavam a simples e poderosa proposta de acolhimento: de nós e da história. Me senti abraçada a cada história ouvida, contada ou escrita, a cada vivência que foi compartilhada entre todos. Relembrando aquele período, percebo que a proposta só me chamou a atenção devido ao brilho nos olhos de seu criador.

O Tales é uma pessoa totalmente solícita, com um conhecimento incrível e uma “didática” totalmente fora do comum. Mas o que me fez ter atendido ao chamado para procurar o Ninho, foi com toda certeza pela paixão que transcendia a cada palavra pronunciada por ele em relação ao Ninho de Escritores em nosso primeiro bate papo. Tudo é feito por ele e com ele – com muito carinho, pensado em todos, e também por todos.

O que o Ninho de Escritores mudou na minha vida? Permissão.

A coisa mais difícil que tenho enfrentado, enquanto curiosa da escrita, era o julgamento de outras pessoas em relação a minha forma de escrita, mas principalmente o meu próprio julgamento sobre o que eu escrevia.

Lembro que em uma das atividades, o Tales pediu que escrevêssemos um texto com um limite de caracteres e uma proposta que me remeteu à infância. Quando o encontro aconteceu, lá estava ele com cópias do meu texto, pedindo autorização para que fosse lido em voz alta e avaliado por todos.

Minha primeira reação foi um sonoro “Poutz”. Mas o se sentir acolhida foi mais forte do que todo aquele bloqueio, e permiti que meu texto fosse lido – ou melhor, que eu fosse lida.

Ser vista por outro olhar é uma das coisas mais bizarras e interessantes que já passei. Você fica ali, esperando um julgamento disfarçado de recomendação e escolhe o seu melhor “meio-sorriso” para não parecer antipático. A gente tem essa mania, né? De preparar a armadura, sem nem ter uma guerra pra lutar.

No ninho, eu consegui sentir aquela sensação diferente: de ser acolhida, mas livre para criar voo – e os demais estavam ali para alavancá-lo. A ideia de colaboração era tão intensa que quase dava para pegar com as mãos, apenas tocando o ar.

Hoje, ao invés de preparar minha armadura, eu mudo meu olhar: para a minha escrita, para a minha escuta, para a minha fala, para os feedbacks.

Não importa o formato, eu me permito ser lida. Obrigada, Ninho.”

Talita Anjos. Voluntária e entusiasta a contadora de histórias.

 

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“Eu escolhi o ninho porque precisava muito estar em contato com pessoas que não julgassem a minha forma de escrita. Que valorizassem muito mais a aventura de escrever. Para mim foi um processo de clareza e objetividade interior porque descobri que é possível deixar limpa a minha comunicação com as pessoas através daquilo que desejo falar, apenas com uma caneta papel na mão.

O ninho me mostrou que posso arriscar a escrever mesmo não sabendo. Esse espaço de aprendizagem livre pela escrita é que trouxe novos modelos de dizer a minha verdade.”

Diego Macedo. Criador da Escola de Rua e psicólogo.

 

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“Escolhi o Ninho por ser um “curso” acessível financeiramente (principalmente podendo escolher o valor que se encaixava no meu bolso), por ser semanal (pegar o hábito de escrever, pelo menos toda semana) e pelas possibilidades que nascem quando você conhece outras pessoas que escrevem e têm gostos similares. O Ninho realmente me despertou novamente o hábito de escrever sempre, e me deu o gás que eu precisava para manter atualizado meu blog pessoal. Também conheci várias pessoas que me agregavam conhecimento a cada encontro, aprendi milhares de coisas novas (técnicas principalmente), e tive várias ideias boas para textos.”

Bianca Carvalho. Blogueira, aspirante a escritora, freelancer e interessada no mundo ao redor. Escreve no digavando.com.

 

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“Durante minha graduação criei um curta metragem e vários amigos me aconselharam a criar um livro seguindo aquela ideia. Depois de procurar diversos cursos para dar suporte na criação do livro, o Ninho me chamou a atenção por ter um método inovador e acolhedor. O ninho me mostrou ferramentas para que eu pudesse começar a escrever, ensinou a elaboração básica de um texto, entender personagens, construir de enredos, trabalhar com conflitos… em suma, me deu asas para criar uma história que vale a pena ser lida.”

Davi Rodrigues. Diretor de criação na Dagaz.

 

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“Encontrei no Ninho um espaço aberto para a criatividade e que ofereceu liberdade e respeito às ideias de cada participante. Aprendi que escrever significa construir caminhos em que x leitxr poderá percorrer.”

Lívia Clarete. Cientista social e analista de dados.

 

Clarisse Ninho de Escritores

Denize 1 Ninho de Escritores

Depoimento Mel 1 Ninho de Escritores

Depoimento Mel 2 Ninho de Escritores

Nara Ninho de Escritores

Nessa Ninho de Escritores

Pedro Ninho de Escritores

Silvana Ninho de Escritores

Vivian Ninho de Escritores